Bem, eu ia continuar a contar a história, mas ela acabou.
Acho que eu já queria há tanto tempo que ela terminasse que, por uma banalidade, eu finalmente consegui.
Motivos havia até demais, acho que me faltava mesmo era coragem para decidir que se continuava ou não.
Nada como um empurrãozinho de 1,85m para ajudar.
AÍ, GENTE, É SÓ MAIS UM TROCADILHO INFAME. ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO. QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES DE BATISMO E PESSOAS TERÁ SIDO MERA COINCIDÊNCIA, EU JURO.
sábado, 17 de setembro de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Desde o princípio
Hoje vou começar a contar uma história.
Não posso dividi-la em capítulos porque posso não me lembrar de tudo na ordem correta e por isso mesmo vou escrevendo à medida em que os fatos forem surgindo na minha memória.
Talvez ninguém leia, mas é importante que eu escreva, na tentativa de me lembrar de como deixei que tudo ficasse como está hoje.
Sei a data exata de quando esse martírio começou: dia 05 de julho de 2005. Consigo lembrar de detalhes e minúcias, como a roupa que usávamos, quem estava conosco naquela noite e tudo o que aconteceu antes e depois desse encontro. Com um pouco mais de esforço, consequiria sentir o cheiro. É uma lembrança muito viva, apesar de passado tanto tempo.
Fazia mais ou menos um ano que eu havia me divorciado e estava ainda naquela fase em que diverte-se muito com as amigas, sair todo fim de semana, beber e dançar sem se preocupar.
E nesse dia estava rolando no vilarejo um encontro de DJ's, o que para nossa província, era um evento. Dança pra lá, dança pra cá, eu bati o olho nele e pensei: é esse!
Como eu já tinha tomado umas 3 ou 4 doses de coragem, pedi minha comadre que me apresentasse ao rapaz - muito bem apetrechado, por sinal.
Fui bem direta, porque já passei da fase de perder tempo: "deixe seus amigos irem, eu te levo em casa depois. Fica comigo."
O que eu jamais poderia imaginar é que o figura morasse na puta que o pariu, bem adiante de onde Judas perdeu a dignidade - sim, porque as botas eu encontrei ainda pelo caminho.
Fiz um pitstop básico, apenas para um confere no material - afinal, era muito longe para que eu chegasse lá e tivesse uma "pequena" decepção.
Fomos para a fazenda onde ele morava e o que se seguiu é impróprio para o conteúdo deste blog e alguns mais caretas considerariam até ofensivo à moral e aos bons costumes. Mas foi a primeira de muitas noites inesquecíveis com ele.
Naquele dia eu soube que eu seria dele. Mas até hoje ele ainda não sabe que é meu.
(continua).
Não posso dividi-la em capítulos porque posso não me lembrar de tudo na ordem correta e por isso mesmo vou escrevendo à medida em que os fatos forem surgindo na minha memória.
Talvez ninguém leia, mas é importante que eu escreva, na tentativa de me lembrar de como deixei que tudo ficasse como está hoje.
Sei a data exata de quando esse martírio começou: dia 05 de julho de 2005. Consigo lembrar de detalhes e minúcias, como a roupa que usávamos, quem estava conosco naquela noite e tudo o que aconteceu antes e depois desse encontro. Com um pouco mais de esforço, consequiria sentir o cheiro. É uma lembrança muito viva, apesar de passado tanto tempo.
Fazia mais ou menos um ano que eu havia me divorciado e estava ainda naquela fase em que diverte-se muito com as amigas, sair todo fim de semana, beber e dançar sem se preocupar.
E nesse dia estava rolando no vilarejo um encontro de DJ's, o que para nossa província, era um evento. Dança pra lá, dança pra cá, eu bati o olho nele e pensei: é esse!
Como eu já tinha tomado umas 3 ou 4 doses de coragem, pedi minha comadre que me apresentasse ao rapaz - muito bem apetrechado, por sinal.
Fui bem direta, porque já passei da fase de perder tempo: "deixe seus amigos irem, eu te levo em casa depois. Fica comigo."
O que eu jamais poderia imaginar é que o figura morasse na puta que o pariu, bem adiante de onde Judas perdeu a dignidade - sim, porque as botas eu encontrei ainda pelo caminho.
Fiz um pitstop básico, apenas para um confere no material - afinal, era muito longe para que eu chegasse lá e tivesse uma "pequena" decepção.
Fomos para a fazenda onde ele morava e o que se seguiu é impróprio para o conteúdo deste blog e alguns mais caretas considerariam até ofensivo à moral e aos bons costumes. Mas foi a primeira de muitas noites inesquecíveis com ele.
Naquele dia eu soube que eu seria dele. Mas até hoje ele ainda não sabe que é meu.
(continua).
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