sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

finda a folia...

que folia? Quando cheguei, pensei estar ainda em Cabo Frio, mas não, era Búzios mesmo.
Uma festinha ridícula na pracinha, um carnavalzinho sem graça, que não me deixou opção senão curtir praia e gastar todo meu rico dinheirinho em almoços e jantares.
A pousada sim valeu a pena, aliás, recomendo. Passei boas horas lá. Depois eu coloco o link.
Depois de ver tanta gente esquisita circulando por Búzios nesse carnaval, concluí que Búzios deve significar "Japeri", em Tupi-Guarani.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

TIPOLOGIA E NOMENCLATURA

Divagando sobre aquilo que a gente não vive sem, concluí que existem diferentes tipos, que podem ser definidos assim como a onda das mulheres-fruta.

Há, por exemplo, o homem feijoada, que você come e depois ele fica te enchendo o dia inteiro.
Existe o homem jiló, que é ruim, mas quem gosta come assim mesmo e ainda acha que vc deve provar também.

Fazendo a linha tecnológica, não poderia deixar de mencionar o homem no-break, que quando você precisa ele até te dá uma força, mas só por 10 minutos.
Há também o homem vírus, também conhecido como MARIDO, quando você menos espera ele chega e se instala. Se você tentar desinstalar vai perder alguma coisa e se não tentar, perde tudo.
Na linha vestuário, não esqueçamos do pretinho básico - aquele que sempre te deixa bem e você pode usar em qualquer ocasião.
Porque, amigas, homem é igual cabelo: numa semana você alisa, na outra você enrola, mas quem é que consegue viver careca?

E se eu lembrar de mais algum, volto a postar, porque por enquanto eu estou animadíssima com as aves migratórias que só surgem, belas e saradas, nesta época do ano.
Bom carnaval pra vocês, divirtam-se e usem camisinha, qualquer que seja o tipologia ou nomenclatura, porque cachorro mordido de cobra, tem medo até de linguiça!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

E AGORA JOSÉ?

Virada a página, o que resta?
Dentre todas as coisas acontecidas, boas ou más, sobram as lembranças de um tempo que não volta mais.
Não me arrependo de nada do que fiz, tudo foi de coração aberto, sem esperar nada em troca. Afinal, um sentimento que é dado de graça, não se pode exigir lastro.
Mas respeito, carinho e admiração são coisas que deveriam ser inerentes a qualquer relação, seja ela amorosa ou não. Algo como uma cláusula sem a qual a relação é inexistente, nula.
Se me arrependo de alguma coisa, essa coisa, sem sombra de dúvida, foi um certo dia 02 de julho nos idos de 2005. Se não fosse por esse fatídico dia, hoje eu não sofreria tanto.
E mal de amor não há remédio que cure... mas há outras coisinhas que ajudam bastante.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

OPORTUNIDADE NA CRISE

É clichê, chavão, whatever... mas o fato é que nas crises surgem as melhores oportunidades, resta saber como identificá-las.
Eu classificaria de diferentes maneiras, como subespécies de crise, mas todas derivadas de uma só: a financeira.
Após instalada a crise financeira em minha vida, o desemprego, o "ócio improdutivo", as levas de credores insistentes, a insônia, tudo isso se tornou pinto diante das constatações que vieram a seguir.
Amizade é uma coisa que você só sabe se tem ou não nas crises. E eu tive algumas decepções no caminho, mas também gratas supresas e felizes confirmações. Até aí, nenhuma novidade, porque só sendo muito amigo mesmo pra aguentar alguém que só tem problemas. Praticamente um barril de pólvora, prestes a explodir.
Namoro também não sobrevive a crises, mas o melhor de tudo é que nesse quesito, apesar da inevitável decepção, consegui identificar uma excelente oportunidade: me livrar de um estorvo, um peso morto, uma coisa que só me puxava pra baixo e que só me dava prejuízo, em todos os sentidos que se possa imaginar. E aí é que vem a boa notícia de verdade, porque ter tomado uma atitude, me deixou livre para novos horizontes, novos caminhos que eu antes nem enxergava.
Crise? Que crise? Já passou!

NÃO QUERO DINHEIRO, EU SÓ QUERO AMAR

Sinceramente, vocês, caros leitores, acreditam nisso?
Eu quero dinheiro sim, quero muito dinheiro. Se puder amar no intervalo, ótimo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O inominado

Hoje deu vontade de escrever. Mas não poderia ser qualquer coisa, tinha que ser o que era de verdade, o que de fato acontecera.

Mas como contar aquilo que é vergonhoso, passível de culpa e miséria humanas?

Como admitir o erro, a falta de virtude e o pior, os vícios?

Como aceitar o outro a despeito de suas mazelas e vicissitudes?

Como passar por cima de tudo, inclusive do seu conceito próprio de decência, em nome de um sentimento inominado?

Simples: sendo humana.

Admitir erros, defeitos, confessar o inconfessável e desculpar-se. Não pelo pecado sem perdão, mas pelo arrependimento e a vontade de acertar que havia por trás de todas as atitudes erradas que tomou, todas as palavras ditas e jamais esquecidas, porque estas sim, cortam como lâmina afiada todas as possibilidades de redenção.

Tenho muita vontade de acertar, mas erro quase sempre. E não me valho de que errar é humano, ao contrário. Sou humana porque ainda erro.

Mas caráter, ahhhhh... é outra história. Ou você tem ou você não tem.